sexta-feira, 3 de abril de 2009

Pessoas comuns



É isso mesmo, eu quero ser uma pessoa comum.
Cheguei a conclusão que as pessoas comuns cuidam apenas da sua própria vida e por isso devem ser mais felizes.
Elas não se preocupam com outros, com os problemas e com as dores do mundo e sim com os problemas e com as dores dela.

As pessoas comuns não se importam se os outros estão doentes, se os outros tem contas atrasadas pra pagar, se os outros tem roupa limpa ou passada pra vestir, se tem comidinha pronta ou precisa de alguma coisa.

As pessoas comuns não recebem pessoas na sua casa, não convidam ninguém pra frazer nada e nunca oferecem ajuda porque estão sempre ocupadas com alguma coisa muito importante pra fazer.

As pessoas comuns se preocupam com a vida delas e pronto.

È assim... você tenta ser uma pessoa boa, ajudar no que for possível, ser prestativa, atenciosa, amiga etc. Aí as pessoas acham que você é discípula da Madre Tereza de Calcutá e não precisa de mais nada nessa vida. Apenas servir com a cara boa e sem reclamar.

Tem dias que ser “a boazinha” cansa.
Tem dias que eu queria ser a ovelha negra, pensar só na minha vida e pronto.

E hoje é um dia que eu queria ser “Pessoa comum” e pensar só na minha pessoa.
Queria só descansar.
Hoje eu queria "colo".

Estou a um passo de virar uma pessoa completamente comum e egoísta e dane-se o mundo.

3 comentários:

Gisele disse...

Nossa me dá vontade de copiar e colar seu post no meu blog!
A gente cansa mesmo!
Apoiada!
Beijossssssssssss se seja bem comum pelo menos hoje!

Vania San disse...

Por isso a medida tem sempre que ser aquilo que "podemos" oferecer sem sacrifícios... daí, é inevitável dizer muitos NÃOS com a cara limpa e o peito aberto...


porque ajudar demais é uma ótima maneira de atrapalhar (já que as pessoas ficam folgadas e uma hora nós vamos nos cansar e parar de "servir")

cuide muito de você!

beijos

Roberta(Bettinha) disse...

Oi Rê...
Depois que eu passei a ser uma pessoa comum e fazer o possivél (principlamente para os outros) sinto que sou bem mais feliz.
Essa história de colocar sempre o outro em primeiro plano não dá, ainda mais quando as pessoãs não são merecedoras de tanto!

Bjos